britânica
C. J. Tudor
C. J. Tudor é o nome literário da escritora britânica Caroline Jane Tudor, autora de romances e contos de suspense, mistério e terror. Antes de se dedicar integralmente à literatura, trabalhou como repórter em formação, roteirista de rádio, redatora publicitária, apresentadora de televisão, locutora e passeadora de cães. Seu romance de estreia, O Homem de Giz (The Chalk Man), publicado em 2018, tornou-se um best-seller e recebeu prêmios internacionais de melhor romance de estreia. Entre suas outras obras estão O que aconteceu com Annie, As Outras Pessoas, Garotas em Chamas, O Apocalipse e A Colônia. Vive na Inglaterra com a família.
Biografia
Escritora britânica de suspense e terror, autora do romance O Homem de Giz.
C. J. Tudor é uma escritora britânica dedicada principalmente ao suspense e ao terror. Antes de escrever em tempo integral, trabalhou como redatora, apresentadora de televisão, locutora e passeadora de cães. Estreou no romance com O Homem de Giz, obra publicada em 2018 que alcançou listas de mais vendidos e recebeu prêmios do gênero policial. Também escreveu O que aconteceu com Annie, As Outras Pessoas, As Garotas em Chamas e outros livros de ficção sombria.
Acervo do autor
Frases de C. J. Tudor
“Ninguém é lembrado pelo que não fez.”
“Amigos de verdade ficam do seu lado a qualquer custo. Amigos de verdade são pessoas que você ama e odeia na mesma medida, mas que são parte de você tanto quanto você mesmo.”
“Nunca volte. É o que todos sempre dizem. As coisas vão ter mudado. Elas não vão estar mais do jeito que você lembra. Deixe o passado no passado. Mas é claro que é mais fácil dizer do que fazer. O passado tem o hábito de se repetir nas pessoas. Como um curry ruim.”
“Mas enquanto há alguém procurando por você, você nunca está realmente perdida. Só não foi encontrada ainda.”
“Nós falamos sobre a vida como se fosse uma espécie de elixir mágico. Mas a vida é uma viagem demorada por uma estrada que leva à morte. Não importa quantos desvios você pegue, mais cedo ou mais tarde todos chegaremos ao mesmo destino. A única diferença é a duração da jornada.”
“A vida não é justa. Pessoas comuns nem sempre são justiçadas.”
“Todos somos capazes de praticar o bem e o mal. Poucos mostramos nossa verdadeira face para o mundo. Por medo de que o mundo a veja e comece a gritar.”
“O pote de ouro no fim do arco-íris. A grama mais verde do vizinho. Mas, na maioria das vezes, o ouro era falso e a grama era artificial.”
“Cada gesto se tornava tão robótico naquele mundo artificial que você começava a agir como uma máquina meio desgastada e sem manutenção, realizando cada tarefa com o mínimo de energia necessária, o cérebro distante. Em ponto morto. Ligada, mas não por completo. A não ser que algo forçasse você a despertar. Algo incomum, algo fora da rotina.”
“O trabalho duro e o sucesso dos outros só as relembrava dos próprios fracassos e escolhas ruins.”
“Estar desaparecido é diferente de estar morto. De certa forma, é pior. A morte oferece um fim. A morte dá permissao para o luto. Para fazer um funeral, acender velas e deixar flores num túmulo. Para seguir em frente. Estar desaparecido é estar num limbo. Preso num lugar estranho e desolado onde a esperança brilha fraca no horizonte, e o desespero e a angústia espreitam como abutres.”
“Vi muitas coisas estranhas. As mais estranhas costumam ser verdade.”
“O passado é apenas uma história que contamos a nós mesmos. E às vezes nós mentimos.”
“Estamos acostumados a controlar nossas vidas, mas a morte não aceita argumentos.”
“A vida não é justa. Às vezes fazemos escolhas difíceis. Às vezes nem temos escolha.”
“Amigos de verdade estão sempre lá, aconteça o que acontecer. Amigos de verdade são pessoas que amam e odeiam na mesma medida, mas que fazem parte de você tanto quanto você mesmo.”
“É melhor ser um louco do que um anjo.”
“Ser um adulto é apenas uma ilusão. Afinal de contas, não tenho certeza se algum de nós realmente cresce.”
“Há algumas coisas na vida que você pode alterar - seu peso, sua aparência, até mesmo seu nome -, mas há outras nas quais desejar, tentar e trabalhar duro não faz diferença nenhuma. Essas coisas são as que nos moldam. Não as coisas que podemos mudar, mas aquelas que não podemos.”
“Nós achamos que queremos respostas. Mas o que realmente queremos são as respostas certas. É a natureza humana. Fazemos perguntas que, esperamos, nos tragam a verdade que queremos ouvir. O problema é que você não pode escolher suas verdades. A verdade tem o hábito de simplesmente ser a verdade. A única escolha real que você tem é acreditar ou não.”
“O que nos molda nem sempre são nossas conquistas, mas nossas omissões. Não as mentiras; simplesmente as verdades que não contamos.”